Art Beauty Center

Saúde mental e a queda de cabelos

Relacionada a pandemia.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Tricologia (SBTri), no último ano, a procura por consultas com especialistas em tricologia aumentou 90%. Esse número é um reflexo da pandemia, que vem afetando a vida para além do novo Coronavírus. A queda de cabelos, conforme a instituição pontua, é a principal queixa dos pacientes que procuram esse tipo de serviço e sua causa é multifatorial.

A Covid-19 é uma doença que levantou inúmeras perguntas no campo da saúde, afinal, seus efeitos ainda estão sendo descobertos em todo o mundo. Em pacientes que foram infectados, a queda de cabelos se mostrou uma condição comum. De acordo com a Dra. Bruna Furtado, que é tricologista do Art Beauty Center, a Covid-19 é uma doença inflamatória e, assim como outras patologias, essa inflamação pode atingir o couro cabeludo e resultar na queda de cabelos.

“É importante lembrar que o eflúvio telógeno, que é essa queda de cabelo causada pela Covid-19, é uma doença limitada, ou seja, tem o seu tempo de atuação. No entanto, podemos entrar com exames e tratamentos individualizados a fim de auxiliar o paciente a passar por esse período com mais tranquilidade e saúde. A suplementação via oral, além de procedimentos como laser e dos medicamentos injetáveis no couro cabeludo são alguns dos protocolos que podem ser realizados”, explica a profissional, reforçando que todo o tratamento deve ser prescrito e acompanhado pelo médico.

Queda de cabelos e a pandemia. Qual a relação?

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Porém, uma situação que também vem sendo relatada nas consultas médicas é a queda de cabelos sem que o paciente tenha sido infectado pelo novo Coronavírus. Logo, essa condição tem crescido durante o período da pandemia e ela pode estar relacionada aos fatores emocionais. Nesses pacientes, o confinamento, a mudança brusca na rotina, o luto, as preocupações e o próprio estresse podem estar desencadeando a perda repentina dos fios.

De acordo com a SBTri, as queixas clínicas relacionadas à saúde capilar cresceram muito nos últimos meses. E essa condição tem afetado homens e mulheres em diferentes faixas etárias. O eflúvio telógeno é caracterizado pela redução no ciclo de crescimento dos fios e na consequente queda capilar. Em uma situação esperada, esse ciclo dura aproximadamente 12 meses, no entanto, nessa condição, o período diminui bruscamente, durando entre 15 e 30 dias apenas. Ou seja, o paciente passa a perder seus cabelos de maneira brusca e intensa em um curto período de tempo.

Os fatores emocionais, como falamos, têm relação com o eflúvio telógeno. Alterações emocionais como estresse, ansiedade e depressão, além de sentimentos como medo e tristeza, podem provocar alterações hormonais, influenciando no ciclo dos fios e na queda repentina dos cabelos. Por isso, é fundamental prestar atenção às condições psicológicas do paciente, pois essas alterações podem impactar na qualidade de vida e gerar sintomas físicos que se agravam conforme a condição de cada pessoa.

Como resultado, além de observar mais cabelos pelo chão da casa, no chuveiro e no travesseiro, as falhas passam a ser visíveis, inclusive, no couro cabeludo, na barba ou na sobrancelha. Em algumas situações mais agudas, o quadro pode evoluir para a calvície, por isso, é essencial contar com a avaliação de um tricologista. Conforme a necessidade, é possível encaminhar o paciente para acompanhamento psicológico, a fim de tratar de maneira integrada todas as causas dessa condição.

Ao observar alterações na qualidade dos cabelos, fios acumulados no chão, chuveiro, pente, travesseiros ou notar falhas no couro cabeludo, consulte com um médico tricologista. Ele é o profissional especializado na saúde capilar e pode auxiliar você a enfrentar esse momento com mais qualidade de vida.

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