Melasma: o que é, como identificar, causas e tratamentos!

30 de abril de 2022

O melasma, as temidas manchas marrons no rosto infelizmente fazem parte da vida de muitas pessoas de cerca de 35% das mulheres brasileiras, segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia .

 

 

Mas, afinal, o que é o melasma, suas casas e como identificá-lo?

 

 

Apesar de a medicina ainda não ter todas essas respostas, já existem formas bastante eficazes de prevenir e tratar o problema.

 

No artigo de hoje vamos entender melhor essa alteração dermatológica tão comum e quais cuidados devemos tomar.

 

Acompanhe!

 

 

O que é o melasma e como identificá-lo?

O melasma é uma condição dermatológica que provoca o escurecimento de certas regiões da pele, especialmente bochechas, testa e acima do lábio superior. Essa alteração leva à presença de manchas amarronzadas , de diferentes tamanhos.

A medicina ainda não tem uma explicação definitiva para a origem (e resolução) do problema, mas sabe-se que é resultado de um desequilíbrio nos melanócitos, células responsáveis pela pigmentação da nossa pele. Esse desequilíbrio leva a uma produção excessiva de pigmentos, que resulta nas manchas. 

 

Diferentemente de outros tipos de manchas marrons, como as causadas por hiperpigmentação inflamatória, queimaduras e sardas, o melasma se apresenta na forma de manchas marrons/acastanhadas de formato irregular, porém concentradas. 

 

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Fatores de risco do melasma

Embora não haja um motivo que explique exatamente o melasma, os especialistas acreditam hoje que fatores genéticos tenham um peso importante para o surgimento do problema. Conheça os principais:

  • Gestações.
  • Desequilíbrios hormonais.
  • Exposição aos raios solares sem a devida proteção.
  • Casos de melasma na família.
  • Uso de anticoncepcionais e/ou hormônios.

Vale lembrar que apesar de atingir mais a população feminina, o melasma também ocorre em homens e pode surgir em outras partes do corpo. 

 

Além disso, algumas pesquisas mais recentes apontam para uma possível relação do melasma com problemas vasculares .

 

Saiba mais

 

Prevenção e Tratamento do Melasma

Como vimos, ainda não temos uma solução definitiva para o melasma. No entanto, existem maneiras de se prevenir e, caso você esteja sofrendo com as manchas, há tratamentos que ajudam a melhorar seu aspecto.

 

A seguir, trataremos sobre hábitos e procedimentos que vão te ajudar a reduzir as chances de desenvolver o problema ou melhorar bastante seu impacto na pele.

 

Veja também:

 

1. Prevenção

Alguns cuidados diários podem te ajudar significativamente a evitar ou reduzir as chances de surgimento e/ou agravamento do melasma –  e de outros problemas, como o câncer de pele .

 

O mais importante deles é a proteção da pele, como o uso regular de protetores solares ou BB Creams . Para isso, no entanto, é importante que você passe por uma avaliação com dermatologista para receber a indicação mais adequada a seu tipo de pele e grau de exposição solar. 

 

Além disso, usar barreiras físicas contra o sol também ajuda na prevenção ao melasma. Óculos escuros, lenços, chapéus e bonés : tudo vale na hora de se proteger contra os raios UVA e UVB. E, de quebra, você pode dar tons bem charmosos ao seu visual !

 

E não menos importante: preste atenção aos seus níveis hormonais . Principalmente se você tem histórico de melasma na família ou se está notando manchas marrons irregulares e concentradas, vale a pena visitar o dermatologista.

 

Se você utiliza anticoncepcionais ou está gestante, é válido conversar com o seu médico e acompanhar os níveis hormonais e/ou as doses de hormônios com frequência. 

 

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2. Tratamento

O primeiro passo para um tratamento adequado é se consultar com um(a) dermatologista . Após avaliar a sua pele e compreender sua condição, ele(a) vai te indicar o melhor caminho para lidar com as manchas, que podem ser de três tipos:

  • Epidérmico : mais superficial, ocorrendo apenas na primeira camada da pele. 
  • Dérmico : o melasma já atinge camadas mais profundas da pele ( derme ), dificultando o tratamento.
  • Misto : tanto a epiderme quanto a derme são afetadas pelo melasma.  

 

Após o diagnóstico, existem tratamentos que podem reduzir bastante a aparência do melasma. Alguns deles são:

  • Peelings : pode ser químico, físico ou a laser . A proposta é suavemente desgastar as camadas mais superficiais da pele, estimulando a renovação celular e melhorando a textura da cútis. 
  • PRP (Plasma Rico em Plaquetas): é um tratamento famoso entre as celebridades. Trata-se da reinserção de plaquetas – retiradas do(a) próprio(a) paciente – na pele, o que estimula a renovação celular e a produção de colágeno. 
  • Fotona : combina dois lasers e cinco ponteiras para tratar manchas, melasma e cicatrizes. Além de estimular a renovação celular e a produção de colágeno, o Fotona também promove um efeito de Lifting sem cirurgia. 

 

Veja também:

 

Tratamento para melasma é na Art Beauty Center!

Com as informações deste artigo, você terá muito mais condições de se prevenir ou de tratar da melhor forma o melasma.

 

Como vimos, apesar de não ter uma solução definitiva, existem formas muito eficazes de prevenir, minimizar ou mesmo de eliminar as manchas. Mas o primeiro passo é sempre a consulta com um(a) dermatologista.

 

Na Art Beauty Center, acreditamos que beleza e saúde andam lado a lado e que o melhor caminho é contar com profissionais qualificados, personalização no atendimento, tecnologias de ponta e segurança.

 

Pensando nisso, oferecemos aos(às) nossos(as) pacientes a Academia da Beleza , um conjunto de cuidados contínuos e personalizados que vão revolucionar a maneira como você se cuida do seu rosto, corpo e cabelos.

 

Agende hoje mesmo uma avaliação e venha conhecer!

 

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24 de agosto de 2026
Ter 40 anos no calendário não significa, necessariamente, ter um organismo que envelheceu como o de todas as outras pessoas de 40 anos. A idade cronológica registra o tempo transcorrido desde o nascimento. A idade biológica , por outro lado, procura estimar como células, tecidos, órgãos e sistemas estão envelhecendo a partir de características fisiológicas e biomarcadores. Essa diferença ajuda a explicar algo que a medicina observa há muito tempo: pessoas da mesma idade podem apresentar condições metabólicas, cardiovasculares, funcionais e inflamatórias bastante distintas. Hoje, novas ferramentas de avaliação tentam transformar essa heterogeneidade em informação mensurável. O tema ganhou espaço com o avanço da medicina da longevidade e da saúde de precisão. Mas existe uma distinção importante: conhecer a idade biológica não significa descobrir uma espécie de “idade verdadeira” escondida no organismo . A ciência ainda não dispõe de um padrão-ouro universal para medi-la. O valor clínico está, sobretudo, em compreender melhor a trajetória individual de envelhecimento e integrá-la a outros dados de saúde. No Art Beauty Center, essa perspectiva dialoga com uma abordagem que considera saúde, bem-estar e envelhecimento como processos individualizados. A questão relevante deixa de ser apenas “quantos anos você tem?” e passa a incluir uma pergunta mais ampla: como o seu organismo está atravessando esses anos? O que é idade biológica? Idade biológica é uma estimativa do estado de envelhecimento do organismo baseada em características biológicas, fisiológicas, funcionais ou moleculares. Diferentemente da idade cronológica, ela pode variar entre pessoas nascidas no mesmo ano e até entre diferentes órgãos de um mesmo indivíduo. Em termos simples, a idade cronológica mede tempo . A biológica tenta medir como esse tempo foi biologicamente vivido . Por que duas pessoas da mesma idade podem envelhecer de maneiras tão diferentes? O envelhecimento humano não ocorre de forma linear nem uniforme. É resultado da interação entre genética, ambiente, metabolismo, estilo de vida, doenças, exposições acumuladas e diferentes mecanismos celulares. Essa heterogeneidade é tão relevante que estudos atuais já investigam não apenas uma idade biológica global, mas o envelhecimento de órgãos, tecidos e tipos celulares específicos. Uma revisão publicada na Nature Medicine em 2026 destaca que diferentes “relógios biológicos” podem acompanhar trajetórias distintas de envelhecimento e, potencialmente, ajudar na identificação de risco e em estratégias de prevenção. Imagine duas mulheres de 48 anos. Ambas têm exatamente a mesma idade cronológica. Uma apresenta boa composição corporal, adequada saúde metabólica, prática regular de atividade física e parâmetros cardiovasculares favoráveis. A outra apresenta resistência à insulina, inflamação persistente, baixa massa muscular e alterações cardiometabólicas. No calendário, a diferença entre elas é zero. Biologicamente, a história pode ser bastante diferente. É justamente essa limitação da idade cronológica que tornou os biomarcadores do envelhecimento um dos campos mais estudados da gerociência contemporânea. Como a idade biológica é avaliada? Não existe atualmente um único exame capaz de estabelecer, de maneira universal e definitiva, a idade biológica de uma pessoa. Uma revisão sistemática publicada em 2025 analisou 56 estudos e encontrou diferentes métodos estatísticos, conjuntos de biomarcadores e modelos para realizar essa estimativa, concluindo que ainda não há consenso sobre um padrão-ouro .  Isso muda a maneira correta de interpretar o conceito. Um resultado como “sua idade biológica é 43 anos” não deve ser compreendido isoladamente como diagnóstico. Ele depende do método utilizado, dos biomarcadores incluídos, da população na qual aquele modelo foi desenvolvido e de sua validação. Hoje, a pesquisa utiliza diferentes caminhos. 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